Os benefícios de sorrir

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Os benefícios que as aulas de teatro podem proporcionar são inúmeros, desde a melhora da autoestima, até o desenvolvimento de processos mentais como concentração, memorização e imaginação. Ótimo!

Porém, só que acompanha o dia-a-dia das aulas de teatro consegue confirmar: elas também podem promover um bem precioso que podemos ter diariamente, e o melhor, não custa nada: O RISO!

Sorrir é a melhor maneira de deixar de lado o mau humor e superar aquelas situações desagradáveis que acontecem na vida. Então, veja quais os benefícios que sorrir pode trazer para você:

  1. Aumenta a longevidade
    Quem sorri vive mais tempo e parece mais jovem. O sorriso natural rejuvenesce o rosto pelo menos três anos e quem sorri mais pode ter a sua expectativa de vida prolongada por até sete anos. Sorrir, em suma, é uma garantia real para se sentir sempre jovem.
  2. Fortalece o sistema imunológico
    Sorrir ajuda o corpo a relaxar. O relaxamento permite que o imunológico reaja mais rapidamente e de forma mais eficaz perante ameaças. Se o nosso sistema imunológico funcionar melhor, adoecemos menos, e nosso estado de saúde ganha muito com isso.

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  3. Reduz o estresse
    Sorrindo muitas vezes naturalmente, aliviamos o estresse. As vezes os sintomas do estresse podem ser lido no rosto, mas um sorriso pode nos ajudar a termos um olhar menos cansado e abatido. Então, quando você estiver se sentindo estressado, tente tomar uma respiração profunda e dê um belo sorriso. Ele vai ajudar você a se sentir um pouco melhor.
  4. Pressão Arterial
    Sorrir ajuda a reduzir a pressão arterial e diminuir os batimentos cardíacos. Isto significa que o nosso coração trabalha melhor e sem fadiga também. Pessoas que sorriem, muitas vezes são menos propensas a desenvolverem doenças cardíacas e desfrutam de um melhor estado de saúde.
  5. Bom humor
    Sorrir, ou ver uma pessoa sorrindo, nos coloca em um bom humor. Por quê? Por causa das endorfinas que nos ajudam a deixar de lado a tristeza e a melancolia. Quando você se sentir um pouco para baixo, tente sorrir. O efeito de um belo sorriso, mesmo inicialmente forçado, é imediato sobre o humor.
  6. Produtividade
    Sorrir faz bem e é de grande eficiência também no local de trabalho. Quem sorri e tem bom humor é geralmente mais produtivo e trabalha melhor. Então, de vez em quando, faça uma pausa divertida para retomar o trabalho na maior boa vontade.

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    7. Cérebro
    O humor é uma verdadeira academia para o cérebro e sorrir o ajuda muito a exercitar-se. O exercício mental de rir ajuda a manter o cérebro trabalhando e isso é bom seja para o humor que fisicamente, tanto quanto fazer uma corrida ou um jogar uma partida de tênis. De acordo com as últimas pesquisas, o humor é capaz de aumentar a nossa força para os desafios da vida e a nossa flexibilidade mental.

    8. Relações sociais
    De acordo com um estudo realizado na Inglaterra, os sorrisos genuínos nos ajudam a estreitar relações sociais sinceras enquanto o sorriso não espontâneo, feito somente por educação, nos distancia dos outros. De acordo com especialistas, os sorrisos genuínos são uma valiosa forma de recompensa social. Fazem bem em nós mesmos e àqueles que nos rodeiam. Sorrindo, também se estimula a empatia e se incentiva o otimismo.

    9. Reduz o risco de AVC
    De acordo com a pesquisa apresentada pela American Stroke Association, ser pessimista e ver tudo escuro nos expõem a um maior risco de AVC – Acidente Vascular Cerebral. O nosso modo de ser e o nosso caráter realmente afetam o nosso estado de saúde. Por isso, sempre tente ver o lado positivo das coisas. Podemos escolher sermos felizes e otimistas para nos sentirmos melhor, imediatamente!

    10.  Aumenta a confiança
    Quando as pessoas ao nosso redor sorriem sinceramente, tendemos a confiar-lhes muito mais. A confiança é um componente muito importante em nossas relações com os outros, mesmo que sejam apenas conhecidos. Basta dizer que algumas relações nasceram graças a um simples sorriso.

    11. Estimula a concentração
    O estresse pode restringir nossa capacidade de atenção e concentração. Uma das armas mais eficazes para garantir ao nosso corpo um momento de relax é o sorriso. Sorrir neutraliza o efeito negativo do estresse e reabre nossas mentes para a melhor capacidade de percepção e realização de multitarefas.

    12. Reduzir a dor
    O sorriso e a risada estão ambos associados a uma redução da dor. Graças ao sorrir e ao rir, endorfinas são liberadas no organismo, o que não só melhorar o humor, mas também nos ajudar a suportar e aliviar a dor. Este é o segredo do sucesso da terapia de palhaços em hospitais.

    13. A chave para o sucesso
    Sorrir te dá segurança e pode ser a chave para o sucesso, tanto na vida pessoal quanto no trabalho. Sorrindo, as pessoas tendem a atrair relacionamentos gratificantes e a ter feedbacks mais positivos. Sorrindo nos dispomos mais a aceitarmos a ajuda dos outros, e ficamos mais abertos ao diálogo pacífico, dando o sinal de que não estamos interessados na competição e tendemos a propormos as idéias vencedoras.

    14. Tornar-se mais atraente
    O sorriso torna as pessoas mais atraentes e simpáticas. Apertar a mão de uma pessoa que sorri é uma experiência agradável e que melhora a nossa primeira impressão sobre novas amizades. Quem sorri, muitas vezes aparece à vontade e mais aberto aos outros do que aqueles que tendem sempre a fazerem um beicinho.

    15. Yoga do riso
    E se de um simples sorriso nascesse uma boa risada? Rir faz bem. Isto é confirmado pelos numerosos benefícios da Yoga do riso, que ladeiam os efeitos positivos do simples sorriso, superando o estresse, a raiva, o medo e a dor.

    Por: Daia Florios
    Fonte: GreenMe

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Agatha Christie – Sua vida e obras

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Agatha Christie foi uma romancista, contista, dramaturga e poetisa. Segundo o Guiness Book, Christie é a romancista mais bem sucedida da história da literatura popular mundial em número total de livros vendidos, uma vez que suas obras, juntas, venderam cerca de quatro bilhões de cópias ao longo dos séculos XX e XXI, cujos números totais só ficam atrás das obras vendidas do dramaturgo e poeta William Shakespeare e da Bíblia. Segundo a organização Index Translationum, as obras de Agatha Christie já foram traduzidas, em levantamento recente, para mais de 100 idiomas em todo o mundo.

Se destacou no subgênero romance policial, tendo ganho popularmente, em vida, a alcunha de “Rainha/Dama do Crime” (“Queen/Lady of Crime”, no original em inglês). Durante sua carreira, publicou mais de oitenta livros, alguns sobre o pseudônimo de Mary Westmacott.

Nascida Agatha Mary Clarissa Miller na Inglaterra no dia  15 de setembro de 1890, faleceu também no Reino Unido, no dia 12 de janeiro de 1976.

Seu livro mais vendido, Ten Little Niggers (publicado no Brasil como “E Não Sobrou Nenhum”, ou “O Caso dos Dez Negrinhos”, e em Portugal como “Convite para a Morte” ou “As Dez Figuras Negras”), de 1939, é também, com cerca de 100 milhões de cópias comercializadas em todo o globo, a obra de romance policial mais vendida da história, além de figurar na lista dos livros mais vendidos de todos os tempos, independentemente de seu gênero.

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Em 1971, foi condecorada pela rainha do Reino Unido, Elizabeth II, com o título de “Dame” (Dama) do Império Britânico, uma honra que consiste no equivalente feminino ao sir. No total, escreveu setenta e dois romances, sendo sessenta e seis deles do gênero romance policial e inúmeros contos, reunidos em quatorze coletâneas. É constantemente referida por seus emblemáticos personagens, incluindo o detetive belga Hercule Poirot e a idosa detetive amadora Jane Marple, ou Miss Marple.

NO TEATRO

Agatha Christie escreveu muito mais do que só literatura policial, a escritora já publicou seis romances, dois livros de poesias, um livro infantil, duas autobiografias, e já foi dramaturga. Além de sua peça The Mousetrap (“A Ratoeira”), que é a peça há mais tempo em cartaz no mundo, a autora também escreveu a peça Witness for the Prosecution (“Testemunha de Acusação”). Embora não tenha tido tanto sucesso como “A Ratoeira”, ambas as peças ainda podem ser vistas, desde os grandes teatros de Londres, até às escolas secundárias dos Estados Unidos, e até mesmo Ten Little Niggers, ganhou sua versão teatral sob o título de Ten Little Indians.

De todas as peças de teatro sobre livros de Agatha, apenas três não foram adaptadas pela própria autora: Alibi, Peril at End House e Murder at the Vicarage.

A primeira, uma adaptação de The Murder of Roger Ackroyd, foi encenada pela primeira vez em 1928, com direção de Sir Gerald du Marier, tendo Charles Laughton como Poirot. Agatha, não aprovando a peça, resolveu a partir de então escrever suas próprias peças de teatro. A primeira peça escrita pela própria Agatha, Black Coffee, em 1930, fez tanto sucesso que no ano seguinte foi adaptada para o cinema, com Austin Trevor interpretando Poirot, porém sem o tradicional bigode do detetive (Trevor, já havia interpretado Poirot na versão cinematográfica de Alibi).

Depois disso, em 1940, Arthur Ridley adaptou Peril at End House para o teatro, com Francis L. Sullivan como Poirot. E em 1949, The Murder at the Vicarage (adaptação do romance homônimo), entrou em cartaz no Playhouse Theatre.

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Alguns anos depois, entrou em cartaz Love from a Stranger, baseado no conto Cottage Philomel, da coletânea The Listerdale Mystery (O Mistério de Listerdale), uma peça que se tornou filme no ano seguinte ao seu lançamento com Basil Rathbone como protagonista. O primeiro filme sobre uma obra de Agatha a ser inteiramente produzido na Inglaterra, em 1943, Ten Little Niggers ganha a versão teatral, porém com um final diferente do livro.

Nos EUA a peça teve o nome alterado para Ten Little Indians, para Agatha era um exagero dizer que o título (por conter o termo Nigger, forma chula de se referir aos negros em inglês) fosse preconceituoso, já que se referia a uma canção de ninar que existia na cultura inglesa já havia mais de 100 anos. 

Murder on the Nile estreou no Ambassadors Theatre em 1949. Nos Estados Unidos, a peça também teve o título alterado para Hidden Horizon. Em 1951, estreou a peça The Hollow, que, ao contrário do romance original, não era protagonizado por Hercule Poirot, uma vez que Agatha dizia ter estragado o romance com a presença de Poirot, e que não cometeria o mesmo erro na peça. Em 1952, a obra-prima de Agatha no teatro, The Mousetrap (A Ratoeira), estreou no Ambassadors Theatre, e foi transferida em 1974 para o St. Martin’s Theatre; o título original era Three Blind Mice. “A Ratoeira” foi escrita a pedido da família real britânica, para homenagear o 80º aniversário da Rainha Mary, e foi transmitida ao vivo pela BBC. A peça foi adaptada para um pequeno livro, intitulado Three Blind Mice and Other Histories (A Ratoeira e Outras Histórias, inicialmente publicado apenas nos EUA.

 

FONTE: Portal dos Atores