3 dicas de como escrever a Sinopse de um Roteiro

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O objetivo da sinopse é fazer um resumo do roteiro para ser entregue a um agente, diretor ou produtor de cinema. Se o leitor gostar do seu resumo, possivelmente, solicitará o roteiro completo para uma análise.

Diferentemente do argumento, a sinopse não trás uma narrativa muito detalhada de tudo o que acontece no roteiro, apenas as partes mais interessantes ou importantes. Para que a sinopse alcance seu objetivo, é importante que ela resuma o enredo, siga as regras básicas e seja capaz de mostrar todo o potencial da história.

1- FAÇA UM RESUMO DO ENREDO

Escreva a logline
A logline é composta por, no máximo, duas frases que sintetizam o roteiro inteiro. Não deixe de incluir nela a identidade do personagem principal (que é o protagonista ou herói), o desafio que ele tenta transpor e por que deve transpô-lo. Se possível, abaixo da logline, escreva um parágrafo que explique por que o seu roteiro é interessante do ponto de vista de um produtor.

Por exemplo, um produtor poderia se interessar mais por um roteiro que pudesse ser gravado sem a necessidade de grandes deslocamentos físicos ou investimentos em efeitos especiais.

Apresente os personagens principais e o cenário.
Escreva apenas um parágrafo, que traga os nomes (quem?), as profissões (o que?), onde moram e trabalham (onde?), o período em que se passa a história (quando?) e o porquê de contar a história (por que?).

Digite os nomes dos personagens em letras maiúsculas (todas as letras) quando aparecerem pela primeira vez. Depois disso, passe a escrevê-los normalmente.

Os personagens que devem ser citados no sumário são o protagonista, o antagonista (vilão), o par romântico (ou pretendente) e os aliados mais importantes do personagem principal. Não se preocupe em colocar os nomes de todos os personagens.

Resuma o primeiro ato.
Restrinja essa parte a três parágrafos (meia página). Basicamente, o primeiro ato é a preparação, onde os personagens e o conflito são apresentados.

Resuma o segundo ato.
Reserve uma página completa para esse ato, desenvolvendo os conflitos que foram apresentados no ato anterior. Mostre como os personagens são levados à crise e como isso afeta suas vidas.

Finalize com o terceiro ato.
Não escreva mais dos que três parágrafos (meia página). Nesta parte, descreva como o conflito principal é resolvido e o que acontece com os personagens depois.

Não esconda nada, pois o potencial comprador do roteiro precisa saber o que acontece. Resolva tudo que ficou em aberto.

Pense em um título que tenha a ver com a história.
É importante tentar deixar o título atraente e interessante, entretanto, o diretor do filme pode acabar querendo mudá-lo depois.

Então, é melhor não se preocupar muito com isso. O título deve ser escrito na parte de cima da primeira página.

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2 – SIGA ALGUMAS REGRAS SIMPLES

Deixe claro que é uma sinopse.
Pode parecer óbvio, mas não ignore. Na parte de cima da primeira folha, escreva a palavra “Sinopse” e, em seguida, coloque o título do filme. Abaixo do título, informe qual é o gênero da história (terror, comédia, romance, etc.).

Por exemplo, abaixo do título da sinopse de “Star Wars”, o roteirista deve ter escrito: “Uma ficção científica espacial”.

Inclua informações de contato.
Na parte de cima da primeira página, logo abaixo do título, coloque o seu nome, endereço, telefone e e-mail. Se possível, escreva o seu DRT de roteirista.

Sempre registre o roteiro na Biblioteca Nacional para garantir os seus direitos de autor.

Seja breve.
Mesmo assim, não escreva apenas uma página. O ideal é que tenha entre duas e três páginas (quinze minutos de leitura).

Embora uma sinopse de uma página fosse dar menos trabalho para o leitor, muitos detalhes importantes (comerciais) ficariam de fora.

Escreva no tempo presente.
Não importa se a história acontece no passado ou no futuro, narre como se estivesse no presente. Por exemplo, se estivesse escrevendo uma sinopse para “Star Wars”, você deveria dizer: “Obi-Wan Kenobi luta contra o Darth Vader”.

Isso se deve ao fato de que a história acontece para o espectador no momento em que o filme passa na tela (como foi escrito no roteiro).

Narre em terceira pessoa.
Mesmo que haja um narrador no roteiro, o que importa na sinopse é a visão da câmera. Use os pronomes: “ele”, “ela” e “eles”.

Por exemplo: “Todos os dias, ele se aproxima do balcão do bar, bate com força na madeira gasta e pede um copo de leite gelado”.

Aplique o espaçamento simples.
Escolha espaçamento simples entre as linhas de cada parágrafo e duplo entre um parágrafo e outro.

Não crie recuo de parágrafo (espaço entre a margem e a primeira letra do parágrafo).

Use sempre o tipo de fonte e o tamanho padrões.
Se o comprador não for capaz de entender a caligrafia que foi usada na sinopse, ele não pensará duas vezes antes de jogá-la no lixo.

Portanto, não use fontes estilizadas nem que imitem a caligrafia humana. Prefira sempre as fontes padrão: “Times New Roman” ou “Arial”. Caso as regras não exijam o contrário, escolha sempre o tamanho 12 para a fonte.

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3- TENHA O ENTENDIMENTO NECESSÁRIO

Não use linguagem rebuscada. Escreva de forma direta e sucinta, para que qualquer leitor seja capaz de entender. Para que o seu roteiro possa ser vendido, o comprador precisa, antes, entender do que se trata o enredo.

Se der de cara com uma linguagem muito rebuscada e floreada, ele, provavelmente, não perderá tempo de passar do primeiro parágrafo. Além do mais, uma sinopse não deve conter adjetivos e advérbios desnecessários. Mantenha a brevidade para alcançar o seu objetivo.

Peça para alguém fazer uma revisão na sinopse.
Pode ser um amigo, familiar ou colega. Independente de quem seja, peça-o para que analise a ortografia, a gramática e que avise se ver alguma ideia que não tenha ficado muito clara.

Nesse caso, reescreva a sinopse para esclarecer os pontos obscuros. O comprador não solicitará para ler o roteiro completo se encontrar alguma parte que ficou confusa na sinopse.

Prepare-se para fazer as edições.
Muitas das empresas que recebem sinopses possuem regras próprias. Faça as alterações necessárias sempre que for enviar para um lugar diferente.

Pode ser que o agente, o estúdio ou o comprador solicitem que você se adeque a um número pré-estabelecido de páginas ou palavras. Siga as regras ao pé da letra para conseguir passar para a próxima etapa.

DICA:  Não utilize subtítulos. Da mesma forma que não são usados em roteiros, eles também não devem ser empregados nas sinopses.

 

Qual a importância de direcionar suas ideias em um roteiro

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A IDEIA
Todo roteiro começa sempre a partir de uma ideia. Assim como toda obra literária e toda obra de arte, partem também de uma ideia. Ideias valem ouro!
A criatividade pode ser alimentada pela observação e interpretação da realidade, muita leitura, pesquisa, vivências do autor, brainstorms com amigos e parceiros, etc. O importante é que cada um desenvolva seu próprio processo criativo, como por exemplo, métodos de relaxamento ou rituais simples para instigar a imaginação e despertar a intuição. No entanto, a transpiração é tão importante quanto a inspiração.
Segundo o dramaturgo Doc Comparato “Escrever um roteiro é como se tivéssemos uma câmera atrás do olho e ainda mais, pois a câmera tem maior acuidade visual do que o olho e isso a aproxima da imaginação”.

O CONFLITO
Traduzir a ideia em um conflito essencial e condensá-lo em palavras, pois ele se torna a matéria prima da dramaturgia e pode confrontar diversas forças. Por exemplo: O ser humano contra outros seres humanos, o ser humano contra as forças da natureza, o ser humano contra ele mesmo, etc. Todo o bom roteiro tem um conflito essencial e pode ser resumido em uma única frase.

A SINOPSE OU ARGUMENTO
Determinar quem viverá o conflito básico e definir o perfil das Personagens. Uma ferramenta interessante para a criação de personagens consistentes é criar uma ficha, contendo informações diversas sobre cada uma delas, como por exemplo, seus dados, seus hábitos e costumes, religião, situação financeira, dados biográficos, perfil psicológico, crenças religiosas, filosóficas, etc.
Além das personagens, a Sinopse deve definir a localização da ação, em que época ela acontece e descrever o decurso da Ação Dramática, a estrutura da ação, descrita no próximo passo.

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A ESTRUTURA OU ESCALETA
Definir de que maneira as personagens viverão o Conflito, ou seja, de que forma a história será contada. Para isso é importante definir o Plot da ação, ou seja, a parte central da Ação Dramática, a espinha dorsal do roteiro.
A Estrutura é a divisão da Sinopse em partes e a forma, ou seja, como a trama vai evoluir até o desfecho. Uma estrutura clássica é conhecida como Ternário (divide-se em três partes). Na Estrutura é preciso definir também o Formato do audiovisual. Para tanto, o primeiro passo é determinar a mídia ou o veículo para o qual se destina o roteiro e depois, fixar o Formato de acordo com a mídia alvo.

O PRÉ-ROTEIRO
Incluir os diálogos (falas ou locução) que são o fator determinante do Tempo Dramático das cenas ou sequências. Definir as palavras que serão usadas pelas personagens que viverão o Conflito.
As Rubricas (ou indicações) devem acompanhar as falas descrevendo o estado de ânimo ou atitudes das personagens para orientar o diretor e os atores com relação ao clima de cada fala e de cada cena.
Os principais aspectos para a criação dos diálogos são a coerência e o conteúdo das falas, e a maneira como se fala. A narrativa elaborada no pré-roteiro, que até aqui é vista como um todo, será dividida em cenas, ou sequências. Cada cena deve estar integrada ao todo e o desenrolar das cenas deve ter um Ritmo que resulte num tempo ideal.

A harmonia do Ritmo determinará a harmonia do conjunto da obra. O Pré-roteiro é também a fase de fazer Leituras Dramáticas do texto, fazer revisões, ouvir feedbacks, refletir sobre o texto e reescrever as cenas e sequências quantas vezes isso for preciso.

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ROTEIRO FINAL
O roteiro final é um trabalho de equipe que requer a interação do roteirista com o diretor, a equipe de produção e até com o elenco. É hora de corrigir imperfeições e trabalhar as imagens mais a fundo, incluindo os Movimentos de Câmera e Planos de Filmagem. Aqui também serão incluídos a Iluminação, a Trilha Sonora, o Elenco e outros detalhes de produção. Ao final deste trabalho o roteiro deve estar pronto para ser gravado.
Doc Comparato acredita que “Compete ao diretor e à sua equipe, converter o roteiro literário em roteiro técnico… Elaborar o roteiro final significa converter o Primeiro Roteiro – um texto – em uma ferramenta de trabalho que será entregue à equipe de produção para ser traduzida em imagens e sons”.

Quer participar de uma Oficina de Roteiro e aprender na íntegra as técnicas necessárias para direcionar suas ideias de maneira prática e correta?

Venha participar da Oficina de Roteiro com Suzana Pires, que será realizada na BRAAPA Escola de Teatro, nos dias 14,15, 21 e 22 de abril, das 10h às 18h.

Saiba mais em: http://bit.ly/2HEWeqQ

Fonte: WWB – WebWrittersBrasil

Conheça a trajetória de Suzana Pires

globo-suzana-pires-prepara-texto-final-de-sinopse-para-a-faixa-das-sete-5a8aba5080608_featured                                 Foto/Reprodução: O Planeta TV

 

Suzana Pires é atriz e autora da Rede Globo de Televisão que atualmente desenvolve a sinopse de novela para o horário das 19h (próxima novela a entrar no ar).

Assinou ao lado de Walther Negrão e Julio Fischer, a novela Sol Nascente e a minissérie Dama da noite e foi coautora da novela Flor do Caribe.

Antes disso, foi colaboradora do humorístico Os caras de pau, autora do seriado da Conspiração Filmes As pegadoras e de inúmeras peças teatrais.

No cinema lança agora em 2018, o filme De perto, ela não é normal, onde assina roteiro e também é a protagonista.

Possui formação acadêmica em Filosofia pela PUC-RJ e também possui formação em SHOWRUNNER drama séries, pela media Exchange em Los Angeles.

Estudou roteiro com Guilhermo Arriaga (Amores brutos e Babel), Robert Mackee (Consultor de seriados americanos), Jhon Truby (Doctor Script) e José Carvalho (seriados).

Como atriz tem uma longa e sólida carreira teatral, tendo obtido reconhecimento de público e crítica com o monólogo De perto, ela não é normal do qual também é autora.

Atuou nas novelas A regra do jogoFina estampa, Gabriela, Caras e Bocas, entre outras novelas. E nos filmes Loucas pra casar, Casa grande, A grande vitória, Tropa de elite, entre outros.

Única atriz brasileira a participar do Sundance Directors Lab do Sundance Institute – Instituto impulsionado por seus programas que descobrem e apoiam cineastas independentes, artistas de teatro e compositores de todo o mundo.

Em abril,  Suzana Pires ministrará pela terceira vez uma Oficina de Roteiro em parceria com a BRAAPA Escola de Atores. Um projeto de caráter independente, sem vínculos com emissoras de televisão, que visa ensinar a estrutura básica necessária para que o aluno possa transformar suas ideias em um texto final e caminhar por conta própria em sua carreiras, assim como foi construída a trajetória da própria Suzana.

A Oficina não tem como objetivo desenvolver sinopses coletivas para novelas ou seriados de TV e nem descobrir novos roteiristas, mas sim, ensinar aos alunos a organizarem suas ideias e transformá- las em texto para teatro, TV ou Cinema. Os alunos roteiristas poderão assistir, ainda,  a apresentação do resultado final encenada por atores da BRAAPA, a fim de visualizarem de perto o resultado de suas criações durante o processo.

Nessa Oficina de Roteiro, Suzana aborda e aplica tópicos como:

– A origem da dramaturgia (os gregos e a educação pela dramaturgia);
– Montando um plot/mito;
– Ideia – argumento-sinopse-perfil de personagens;
– Estruturação de Roteiro (os 05 pontos) – Curva Dramática;
– A preparação – o setup;
– Detalhes sobre as etapas do roteiro de acordo com a tarefa;
– Perfil de personagens: herói / anti-herói;
– Dinâmicos / Antagonistas;
– Montando as partes do roteiro;
– Montando a nossa história;
– Desenvolvendo uma cena que represente uma das etapas do roteiro(Distribuição em grupos);
– Trilha / Escaleta / Cena: personagens / Roteiro / Roteiro Adaptado.- Produção/ Limitação / Roteiro;
– Tarefas extra classe;
– Apresentação do roteiro desenvolvido por Atores da Escola.

Você também pode participar da Oficina de Roteiro com a Suzana Pires.

QUANDO
Dias: 14,15, 21 e 22 de Abril de 2018
Horário: das 10h às 18h

LOCAL
Braapa Escola de Atores
R. Valdir Niemeyer, 58 – Sumaré – São Paulo/SP

OBSERVAÇÃO:
Data limite para inscrições: 05 de Abril de 2018 com condições especiais para inscritos até 28 de Fevereiro.

Turma: mínimo de 10 e máximo de 25 alunos

Inscreva-se já!

Interpretando personagens críveis

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1- Comprometa-se com o papel.

Um ator não deve reescrever o roteiro para tornar o personagem “mais agradável”, modificar as falas ou transformar o personagem em uma versão de si mesmo. Você foi contratado para interpretar um personagem que é real dentro do mundo da peça ou do filme. Você precisa agir como parte de uma equipe, que é composta por muitos outros profissionais, para que o resultado final seja bom.

  • Não tenha vergonha por algo que o personagem está fazendo: lembre-se de que você está atuando. Não transparecer realidade em cenas difíceis, nojentas ou violentas fará com que o público não acredite no que está vendo.
  • Os melhores atores se comprometem com os papéis. Já se perguntou por que o Tom Cruise é um astro do cinema de ação até hoje? Ele sempre se compromete com os papéis e demonstra energia ao interpretá-los, não importa se a situação é bizarra ou cômica. Nunca negligencie a leitura do roteiro, ela é muito importante.
  • Comprometer-se significa fazer o que for preciso para representar o personagem de modo realista, não do modo que acha que fica mais bonito.

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2- Aprenda a reagir.

Por mais que muitas pessoas não concordem que atuar é um modo de reagir, as reações são importantes enquanto se está aprendendo sobre atuação. Você precisa manter o foco na fala do outro personagem, ouvindo-o como se estivesse conversando com um amigo da vida real. É necessário estar pronto para responder a qualquer situação de modo honesto e na voz do personagem, mesmo se você não for a atração principal da cena.

  • Não saia do momento! Pare de pensar na cena seguinte ou no fato de ter errado alguma fala na cena anterior.
  • Um ótimo exemplo disso é o ator Charlie Day na série It’s Always Sunny in Philadelphia. Mesmo quando ele não tem falas, o personagem não para de se expressar facial e corporalmente. Ele se compromete com a energia imprevisível do personagem.

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3- Tente manter uma postura consistente.

A postura não apenas faz com que o personagem pareça mais confiante, mas permite que você entre na vida dele. Sua postura faz uma grande diferença: um personagem fraco costuma andar mais curvado e afastado dos outros, enquanto um personagem heroico mantém a cabeça erguida e a coluna reta, por exemplo.

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4- Dite a energia da cena com seu ritmo e volume.

Às vezes, pode ser tentador soltar todas as falas de uma vez, sem pensar muito, mas isso compromete todas as nuances do papel. Permita-se ritmar e dar volume ao estado interno do personagem.

  • Os personagens nervosos e assustados costumam falar apressadamente.
  • Os personagens com raiva elevam a voz e falam mais devagar (quando querem esclarecer algo) ou mais rápido (quando estão explodindo).
  • Os personagens felizes tendem a falar rápido e com um volume uniforme ou crescente.
  • Variar o ritmo e o tom de voz de acordo com a cena é um ótimo modo de demonstrar mudanças e reações aos eventos da trama.

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5- Experimente enfatizar algumas falas.

Considere todo o subtexto do diálogo e enfatize-o de acordo com isso. Pense na palavra mais importante da frase para destacá-la. Por mais que isso não pareça tão importante, a ênfase pode transformar as coisas que você diz. Dizer “Eu amo você” tem uma conotação diferente de “Eu amo você“, por exemplo.

  • Este é outro ponto em que você pode se inspirar em atores famosos. Procure por roteiros de filmes que nunca assistiu, escolha um personagem e leia algumas das falas dele. Ao assistir o filme, compare o modo com o qual o ator disse essas falas: lembre-se de que não há um modo errado de dizer as falas do personagem, mas você poderá perceber algumas nuances da ênfase.

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6- Respeite o roteiro.

Não há problema em improvisar algumas palavras, mas você deve ater-se ao roteiro o máximo possível, a menos, é claro, que seja instruído pelo diretor para improvisar tudo. Você nunca sabe se alguma palavra fará uma ligação entre cenas ou se o diretor deseja que a frase seja dita do modo exato do roteiro, por exemplo. Na dúvida, siga o roteiro. Caso a ideia seja improvisar ou mudar a fala, alguém da equipe o instruirá quanto a isso.

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7- Esqueça a câmera e o público.

Reagir ou sequer reconhecer a presença do público fará com que você saia do personagem, pois ele normalmente não deve saber que faz parte de uma peça. Você pegará isso com o tempo, mas um modo de se preparar é simplesmente entrar na frente da câmera: no momento em que a notar ou sentir estar sendo observado, não demonstre reação.

  • As equipes mais experientes evitarão o contato visual com você durante uma cena, por mais que esse contato seja natural. Tente ajudar seus colegas de cena fazendo o mesmo quando não estiver atuando.
  • Perceba as coisas que faz durante o nervosismo. Evite mexer no cabelo ou bater os pés, por exemplo. Controle-se respirando fundo e tomando um gole d’água.

Os benefícios das aulas de teatro para os estudantes

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Comprovadamente, a inclusão das aulas de teatro no cotidiano escolar traz grandes benefícios para o indivíduo. Essa prática desenvolve técnicas que auxiliam no desenvolvimento da expressão corporal, interpretação de texto, além de estimular a criatividade e proporcionar acesso a grandes clássicos da dramaturgia mundial e nacional. A linguagem do teatro proporciona o estudante a experimentar, por meio da representação, outras realidades e infinitos pontos de vista.

O teatro é uma arte milenar que sensibiliza, emociona e transforma. Por isso, a dramatização é uma ferramenta importante no desenvolvimento humano.

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DESENVOLVIMENTO COMO PESSOA

A percepção artística trabalha alguns elementos específicos – como o corpo, a voz e a mente – para estimular o desenvolvimento do indivíduo como pessoa e artista. Já o técnico profissional é um curso direcionado para pessoas que queiram se profissionalizar no teatro. Mas independente disso, qualquer pessoa pode aulas de teatro para se desenvolver em diversos aspectos, sejam culturais ou até humanos.

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INTERAÇÃO EM GRUPO

A interação é um dos grandes benefícios proporcionados pelo teatro.  Ao se envolver com a arte, o aluno começa a interagir com os colegas e aprende a trabalhar em grupo, ouvir e escutar e aceitar as diferenças. Tudo isso contribui para a formação humana desse jovem!

Além disso, outros benefícios chegam de forma mais intensa como a capacidade de pensar, de se concentrar, de criar e de falar em público.

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INTELIGÊNCIA EMOCIONAL

As aulas de teatro auxiliam no desenvolvimento da Inteligência Emocional e no aumento da capacidade de concentração. Assim, o processo de ensino se torna mais eficiente, já que o aluno desenvolve habilidades para absorver e entender o conteúdo.

A arte é feita para ser apresentada e levada as pessoas.  Assim, o estudante acaba se tornando um indivíduo mais sério e comprometido com a realidade.

Os benefícios de sorrir

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Os benefícios que as aulas de teatro podem proporcionar são inúmeros, desde a melhora da autoestima, até o desenvolvimento de processos mentais como concentração, memorização e imaginação. Ótimo!

Porém, só que acompanha o dia-a-dia das aulas de teatro consegue confirmar: elas também podem promover um bem precioso que podemos ter diariamente, e o melhor, não custa nada: O RISO!

Sorrir é a melhor maneira de deixar de lado o mau humor e superar aquelas situações desagradáveis que acontecem na vida. Então, veja quais os benefícios que sorrir pode trazer para você:

  1. Aumenta a longevidade
    Quem sorri vive mais tempo e parece mais jovem. O sorriso natural rejuvenesce o rosto pelo menos três anos e quem sorri mais pode ter a sua expectativa de vida prolongada por até sete anos. Sorrir, em suma, é uma garantia real para se sentir sempre jovem.
  2. Fortalece o sistema imunológico
    Sorrir ajuda o corpo a relaxar. O relaxamento permite que o imunológico reaja mais rapidamente e de forma mais eficaz perante ameaças. Se o nosso sistema imunológico funcionar melhor, adoecemos menos, e nosso estado de saúde ganha muito com isso.

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  3. Reduz o estresse
    Sorrindo muitas vezes naturalmente, aliviamos o estresse. As vezes os sintomas do estresse podem ser lido no rosto, mas um sorriso pode nos ajudar a termos um olhar menos cansado e abatido. Então, quando você estiver se sentindo estressado, tente tomar uma respiração profunda e dê um belo sorriso. Ele vai ajudar você a se sentir um pouco melhor.
  4. Pressão Arterial
    Sorrir ajuda a reduzir a pressão arterial e diminuir os batimentos cardíacos. Isto significa que o nosso coração trabalha melhor e sem fadiga também. Pessoas que sorriem, muitas vezes são menos propensas a desenvolverem doenças cardíacas e desfrutam de um melhor estado de saúde.
  5. Bom humor
    Sorrir, ou ver uma pessoa sorrindo, nos coloca em um bom humor. Por quê? Por causa das endorfinas que nos ajudam a deixar de lado a tristeza e a melancolia. Quando você se sentir um pouco para baixo, tente sorrir. O efeito de um belo sorriso, mesmo inicialmente forçado, é imediato sobre o humor.
  6. Produtividade
    Sorrir faz bem e é de grande eficiência também no local de trabalho. Quem sorri e tem bom humor é geralmente mais produtivo e trabalha melhor. Então, de vez em quando, faça uma pausa divertida para retomar o trabalho na maior boa vontade.

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    7. Cérebro
    O humor é uma verdadeira academia para o cérebro e sorrir o ajuda muito a exercitar-se. O exercício mental de rir ajuda a manter o cérebro trabalhando e isso é bom seja para o humor que fisicamente, tanto quanto fazer uma corrida ou um jogar uma partida de tênis. De acordo com as últimas pesquisas, o humor é capaz de aumentar a nossa força para os desafios da vida e a nossa flexibilidade mental.

    8. Relações sociais
    De acordo com um estudo realizado na Inglaterra, os sorrisos genuínos nos ajudam a estreitar relações sociais sinceras enquanto o sorriso não espontâneo, feito somente por educação, nos distancia dos outros. De acordo com especialistas, os sorrisos genuínos são uma valiosa forma de recompensa social. Fazem bem em nós mesmos e àqueles que nos rodeiam. Sorrindo, também se estimula a empatia e se incentiva o otimismo.

    9. Reduz o risco de AVC
    De acordo com a pesquisa apresentada pela American Stroke Association, ser pessimista e ver tudo escuro nos expõem a um maior risco de AVC – Acidente Vascular Cerebral. O nosso modo de ser e o nosso caráter realmente afetam o nosso estado de saúde. Por isso, sempre tente ver o lado positivo das coisas. Podemos escolher sermos felizes e otimistas para nos sentirmos melhor, imediatamente!

    10.  Aumenta a confiança
    Quando as pessoas ao nosso redor sorriem sinceramente, tendemos a confiar-lhes muito mais. A confiança é um componente muito importante em nossas relações com os outros, mesmo que sejam apenas conhecidos. Basta dizer que algumas relações nasceram graças a um simples sorriso.

    11. Estimula a concentração
    O estresse pode restringir nossa capacidade de atenção e concentração. Uma das armas mais eficazes para garantir ao nosso corpo um momento de relax é o sorriso. Sorrir neutraliza o efeito negativo do estresse e reabre nossas mentes para a melhor capacidade de percepção e realização de multitarefas.

    12. Reduzir a dor
    O sorriso e a risada estão ambos associados a uma redução da dor. Graças ao sorrir e ao rir, endorfinas são liberadas no organismo, o que não só melhorar o humor, mas também nos ajudar a suportar e aliviar a dor. Este é o segredo do sucesso da terapia de palhaços em hospitais.

    13. A chave para o sucesso
    Sorrir te dá segurança e pode ser a chave para o sucesso, tanto na vida pessoal quanto no trabalho. Sorrindo, as pessoas tendem a atrair relacionamentos gratificantes e a ter feedbacks mais positivos. Sorrindo nos dispomos mais a aceitarmos a ajuda dos outros, e ficamos mais abertos ao diálogo pacífico, dando o sinal de que não estamos interessados na competição e tendemos a propormos as idéias vencedoras.

    14. Tornar-se mais atraente
    O sorriso torna as pessoas mais atraentes e simpáticas. Apertar a mão de uma pessoa que sorri é uma experiência agradável e que melhora a nossa primeira impressão sobre novas amizades. Quem sorri, muitas vezes aparece à vontade e mais aberto aos outros do que aqueles que tendem sempre a fazerem um beicinho.

    15. Yoga do riso
    E se de um simples sorriso nascesse uma boa risada? Rir faz bem. Isto é confirmado pelos numerosos benefícios da Yoga do riso, que ladeiam os efeitos positivos do simples sorriso, superando o estresse, a raiva, o medo e a dor.

    Por: Daia Florios
    Fonte: GreenMe

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Agatha Christie – Sua vida e obras

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Agatha Christie foi uma romancista, contista, dramaturga e poetisa. Segundo o Guiness Book, Christie é a romancista mais bem sucedida da história da literatura popular mundial em número total de livros vendidos, uma vez que suas obras, juntas, venderam cerca de quatro bilhões de cópias ao longo dos séculos XX e XXI, cujos números totais só ficam atrás das obras vendidas do dramaturgo e poeta William Shakespeare e da Bíblia. Segundo a organização Index Translationum, as obras de Agatha Christie já foram traduzidas, em levantamento recente, para mais de 100 idiomas em todo o mundo.

Se destacou no subgênero romance policial, tendo ganho popularmente, em vida, a alcunha de “Rainha/Dama do Crime” (“Queen/Lady of Crime”, no original em inglês). Durante sua carreira, publicou mais de oitenta livros, alguns sobre o pseudônimo de Mary Westmacott.

Nascida Agatha Mary Clarissa Miller na Inglaterra no dia  15 de setembro de 1890, faleceu também no Reino Unido, no dia 12 de janeiro de 1976.

Seu livro mais vendido, Ten Little Niggers (publicado no Brasil como “E Não Sobrou Nenhum”, ou “O Caso dos Dez Negrinhos”, e em Portugal como “Convite para a Morte” ou “As Dez Figuras Negras”), de 1939, é também, com cerca de 100 milhões de cópias comercializadas em todo o globo, a obra de romance policial mais vendida da história, além de figurar na lista dos livros mais vendidos de todos os tempos, independentemente de seu gênero.

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Em 1971, foi condecorada pela rainha do Reino Unido, Elizabeth II, com o título de “Dame” (Dama) do Império Britânico, uma honra que consiste no equivalente feminino ao sir. No total, escreveu setenta e dois romances, sendo sessenta e seis deles do gênero romance policial e inúmeros contos, reunidos em quatorze coletâneas. É constantemente referida por seus emblemáticos personagens, incluindo o detetive belga Hercule Poirot e a idosa detetive amadora Jane Marple, ou Miss Marple.

NO TEATRO

Agatha Christie escreveu muito mais do que só literatura policial, a escritora já publicou seis romances, dois livros de poesias, um livro infantil, duas autobiografias, e já foi dramaturga. Além de sua peça The Mousetrap (“A Ratoeira”), que é a peça há mais tempo em cartaz no mundo, a autora também escreveu a peça Witness for the Prosecution (“Testemunha de Acusação”). Embora não tenha tido tanto sucesso como “A Ratoeira”, ambas as peças ainda podem ser vistas, desde os grandes teatros de Londres, até às escolas secundárias dos Estados Unidos, e até mesmo Ten Little Niggers, ganhou sua versão teatral sob o título de Ten Little Indians.

De todas as peças de teatro sobre livros de Agatha, apenas três não foram adaptadas pela própria autora: Alibi, Peril at End House e Murder at the Vicarage.

A primeira, uma adaptação de The Murder of Roger Ackroyd, foi encenada pela primeira vez em 1928, com direção de Sir Gerald du Marier, tendo Charles Laughton como Poirot. Agatha, não aprovando a peça, resolveu a partir de então escrever suas próprias peças de teatro. A primeira peça escrita pela própria Agatha, Black Coffee, em 1930, fez tanto sucesso que no ano seguinte foi adaptada para o cinema, com Austin Trevor interpretando Poirot, porém sem o tradicional bigode do detetive (Trevor, já havia interpretado Poirot na versão cinematográfica de Alibi).

Depois disso, em 1940, Arthur Ridley adaptou Peril at End House para o teatro, com Francis L. Sullivan como Poirot. E em 1949, The Murder at the Vicarage (adaptação do romance homônimo), entrou em cartaz no Playhouse Theatre.

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Alguns anos depois, entrou em cartaz Love from a Stranger, baseado no conto Cottage Philomel, da coletânea The Listerdale Mystery (O Mistério de Listerdale), uma peça que se tornou filme no ano seguinte ao seu lançamento com Basil Rathbone como protagonista. O primeiro filme sobre uma obra de Agatha a ser inteiramente produzido na Inglaterra, em 1943, Ten Little Niggers ganha a versão teatral, porém com um final diferente do livro.

Nos EUA a peça teve o nome alterado para Ten Little Indians, para Agatha era um exagero dizer que o título (por conter o termo Nigger, forma chula de se referir aos negros em inglês) fosse preconceituoso, já que se referia a uma canção de ninar que existia na cultura inglesa já havia mais de 100 anos. 

Murder on the Nile estreou no Ambassadors Theatre em 1949. Nos Estados Unidos, a peça também teve o título alterado para Hidden Horizon. Em 1951, estreou a peça The Hollow, que, ao contrário do romance original, não era protagonizado por Hercule Poirot, uma vez que Agatha dizia ter estragado o romance com a presença de Poirot, e que não cometeria o mesmo erro na peça. Em 1952, a obra-prima de Agatha no teatro, The Mousetrap (A Ratoeira), estreou no Ambassadors Theatre, e foi transferida em 1974 para o St. Martin’s Theatre; o título original era Three Blind Mice. “A Ratoeira” foi escrita a pedido da família real britânica, para homenagear o 80º aniversário da Rainha Mary, e foi transmitida ao vivo pela BBC. A peça foi adaptada para um pequeno livro, intitulado Three Blind Mice and Other Histories (A Ratoeira e Outras Histórias, inicialmente publicado apenas nos EUA.

 

FONTE: Portal dos Atores

 

Dicas para se sair bem em um teste de elenco

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Um dos momentos mais importantes para o aluno de teatro é sua apresentação durante o teste, por isso trouxemos algumas dicas para você encarar uma audição de frente, sem medos e receios.

Leve sempre foto e currículo
Não importa se você tem um agente ou se foi alguma indicação, esse material precisa estar atualizado e dentro da sua bolsa.

Não conseguiu decorar o texto?
Tente memorizá-lo, não finja que decorou, nem tente desenvolvê-lo sem conhecimento. Os diretores preferem que você leia o material, do que apresentar qualquer conteúdo só para provar que você tentou.

Não use desculpas
Faça o seu melhor, ninguém quer saber se você está resfriado ou acordou indisposto.

Se pedirem para você fazer uma escolha, faça
Alguns diretores pedem para escolherem entre dois monólogos e perguntam qual você prefere, essa pergunta é para saber o que te atrai mais.
Não diga: “Tanto faz.” ou “Pode ser qualquer um”. Os atores precisam fazer escolhas claras e fortes no desenvolvimento dos personagens para que o diretor possa ver o ator desempenhar qualquer papel.

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Lembre-se sempre da regra dos três Cs
Confortável, carismático e confiante. O ator precisa chamar atenção, precisa ser a pessoa mais interessante em um teatro de 1.000 lugares e ainda assim continuar humilde e aceitando críticas construtivas.

Evite escolher os últimos horários do dia para fazer o teste
A escolha de um elenco não é um processo fácil, no final do dia a equipe estará mal-humorada, cansada, querendo ir para casa. Escolhendo os primeiros horários, você evita ser comparado com os atores que se apresentaram durante o dia.

Deixe seu contato
Mesmo tendo um agente, deixe seu e-mail no currículo, imagine se falta comunicação entre ele e o diretor de elenco, ou se vocês param de trabalhar juntos? O ideal é deixar seus contatos atualizados no currículo.

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Errou? Continue!
Provavelmente você não estará tão ruim quanto imagina apenas estará mais sensível que o diretor de elenco, que está acostumado com diversas apresentações e situações.

Quanto mais teste fizer melhor
A prática leva a perfeição! Quanto mais audição você se propor a fazer, melhor você irá ficar e se desenvolver para os testes futuros.

Um grande teste significa um grande elenco, por isso, os diretores sempre torcerão por você e por uma boa audição, quanto mais você se empenhar, mais testes aparecerão e mais indicação você terá.

Fonte: Incast

Por trás da cortina

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Você sabia que existem profissionais especializados no teatro que não sobem ao palco?
Como a maioria das profissões, citaremos abaixo as que necessitam de especializações, cursos e workshops para serem exercidas no teatro. Confira conosco quais profissionais que ficam atrás das cortinas, administrando, planejamento, pensando e colocando em ação tudo que assistimos quando as cortinas se abrem.

ENCENADOR
Ele é o responsável pela criação artística, sendo a pessoa mais importante da pirâmide. Compete a ele todas as decisões de escolha do elenco, faz parte das suas responsabilidades também a criação do espetáculo, até o ensaio geral, sendo quem marca as entradas dos artistas em cena, intervalos e mudanças de cenas, etc.

ENSAIADORES
Responsáveis pelos ensaios dos bailarinos, por cena ou individualmente antes de iniciarem os ensaios corridos no palco.

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DRAMATURGISTA
Quem escreve e faz pesquisa sobre o tema do espetáculo, apresenta possíveis leituras para um determinado texto dramático, escreve ou seleciona textos de apoio para o espetáculo.

DRAMATURGO
Também conhecido como Autor, é dele a responsabilidade de escrever os textos.

ADERECISTA
Responsável pelas execuções dos adereços utilizados nas peças, exemplo: coroas, máscaras, flores, etc.

MESTRA DE GUARDA-ROUPA
Chefia a equipe de costureiras, responsável pela execução dos figurinos criados pelos figurinistas.

ASSISTENTE DE DIREÇÃO DE CENA
Elabora as tarefas e rotinas do gabinete, de acordo com a orientação dos diretores da peça.

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CABELEIREIRA DE CENA
Cuida dos penteados, perucas, bigodes e barbas dos atores de acordo com cada apresentação.

CONTRA – REGRA
Responsável pela aquisição, manutenção e utilização dos adereços que compõem o espetáculo, em alguns teatros os assistentes de direção de cena também executam estas funções.

COSTUREIRA DE CENA
Ela fica em cima do palco durante o espetáculo, para resolver qualquer problema ou anomalia com os figurinos.

Viram como uma peça de teatro necessita de uma equipe completa de profissionais capacitados e especializados para auxiliarem e desenvolverem as peças até as suas apresentações? Quer saber mais o que rola nos palcos e atrás das cortinas?

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Fonte: Renascer da Arte

Você já ouviu falar em gêneros teatrais?

 

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Sim, eles existem e podemos classificá-los de várias formas.

Comédia
Um espetáculo que recorre intensivamente ao humor, tudo que remete ao engraçado e ao riso.

Drama
Utilizado em qualquer representação de personagem, é uma personalização que pode ser representado facilmente em filmes, cinemas, telenovelas ou qualquer roteiro que tenha uma trama com personagens, abordando um caráter sério, a interpretação é baseada em fatos da vida real.Seu subgênero é conhecido como Auto, neste caso os atores também abordam fatos reais, porém utilizam o cômico e o moralismo com representação.

Monólogo
É uma fala ou discurso representado por apenas uma pessoa.

Clown 

É uma tradução da palavra inglesa para palhaço.
No teatro o ator se apresenta de forma exagerada, ele utiliza alguma característica própria, para representar o exagero.

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Musical
É um estilo teatral que combina música, canções, dança e diálogos falados.

Stand –Up
Expressão inglesa que indica um espetáculo de humor executado por um comediante apenas. Esse movimento artístico surgiu em Paris nos anos 20.

Teatro Infantil
Além de ter uma importância na educação, ele permite ao aluno uma gama de aprendizado, como a socialização, a criatividade, a coordenação, a memorização, o vocabulário, etc.

Teatro de Fantoches
É um teatro representado por bonecos, em que a forma de atuação, caracterização e técnica de redação do texto, acaba se tornando única entre todos os gêneros.

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Teatro de sombras
Essa é uma arte antiga que teve origem na China. Essa representação é feita através de sombras, onde o ator em si não aparece. Atualmente é praticada em mais de 20 países por diversos grupos.

Teatro Lambe-Lambe
É uma linguagem de formas animadas que ocupam um espaço cênico mínimo, formado em um palco em miniatura.
Nesse espaço são apresentadas peças teatrais de curtíssima duração, através da manipulação de bonecos.
Essa técnica teve seu registro no antigo oriente e ganhou espaço no Brasil na década de 90.

O teatro aborda muitos gêneros, é necessário empenho e disposição para desbravar esse mundo de encantos que ele nos proporciona.
E você, em qual gênero teatral se encaixa mais? Conte pra nós.

Fonte: Teatro Oficina

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